Como rastrear cada real investido em anúncios até a venda final — e provar o resultado.
Lojas em shoppings e pontos premium, em regiões de alto poder aquisitivo das duas capitais. Uma operação madura, com volume — e com espaço para crescer de forma previsível.
Um ciclo de investimento sem continuidade e sem dados para otimizar.
O segundo período rastreou R$ 629 mil contra R$ 420 mil do primeiro — a estrutura ganhou tração mês a mês.
Cada barra é a receita rastreada do mês, em R$ mil, na mesma escala (eixo a partir de zero). Venda rastreada = venda que conseguimos seguir do anúncio à conversa no WhatsApp e até o pedido.
As duas barras estão na mesma escala: o que entrou em anúncio é a faixa fina; o que voltou em vendas rastreadas é a barra inteira. A proporção entre elas é o retorno — 11,1×.
Lead qualificado = conversa classificada pela IA como “enviou receita” ou “agendou visita”.
Cruzando os metadados do WhatsApp com as campanhas, medimos a taxa de qualificação de cada público — e direcionamos a verba para onde ela rende mais.
O público de clientes reais (lookalike) qualifica quase o triplo do interesse amplo — 14,4% contra 5,2%.
No mesmo recorte de lojas, o crescimento absoluto sobre o ano anterior saltou de +R$ 730 mil para +R$ 1,53 milhão — a taxa de crescimento anual passou de +14% para +26%, quase o dobro. O efeito combinado de tráfego, ativação de base e atendimento se reflete em todo o faturamento, não apenas nas vendas rastreadas.
Análise same-store: apenas as 3 lojas com operação madura no período completo (mais de 2 anos de histórico), excluindo unidades novas ou em maturação. Compara cada janela com a mesma janela do ano anterior.
Saiba exatamente quanto cada real investido retorna em vendas. Cada campanha, cada público, cada anúncio — rastreado do clique à venda.
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